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Sicília: sua próxima parada


Na Sicília, por exemplo, não se costuma olhar para o espelho retrovisor e os motoristas são muito abusados. Estacionam de qualquer jeito e também de qualquer jeito saem das vagas, como se naquele pedaço de terra só existissem eles e ninguém mais. Máxima atenção (e tensão) nas ruas das cidades.

Mas uma coisa que não se pode negar na Sicília é a qualidade da comida. O melhor lugar que comi na Itália foi justamente em Catania, uma região siciliana muito bonita e perto do vulcão Etna. É cortesia nos melhores restaurantes oferecer água com limone (adoçado) e bruschetta (pão quentinho com tomate picado e azeite), antes de servirem o seu pedido.

Como é tradição desde o Golfo de Sorrento e Costa Amalfitana, passando por Salerno e descendo rumo à parte sul do país, peixes e frutos do mar são os mais oferecidos. Mesmo assim, se você não gosta, ainda pode pedir um prato de pasta (varia de preço entre 8 e 12 euros) ou fillet (carne de vaca grelhada, por 15 euros), carne de porco (cotteleta por 12 euros). Peça de acompanhamento um prato de legumes grelhados. O meu só veio berinjela  grelhada e repolho roxo, mas foi a berinjela mais gostosa que eu comi em toda a minha vida. Quase perguntei para o garçom como eles fizeram aquilo. Este prato de legumes grelhados custou 4 euros. Maravilhoso e com muito azeite!

Quanto a travessia no ferry boat é algo comum para quem já conhece o sistema. A bagunça toda começa na fila, quando você se vê espremido entre caminhões de combustível e baús imensos. Neste quesito, acho que eles deveriam dar uma olhadinha na nossa travessia da balsa de Ilhabela. Quem sabe eles aprenderiam alguma coisa.

O preço do ferry funciona da seguinte maneira: 41 euros para ida e volta em até três dias. Ou 36 euros para a travessia e mais 32 euros na volta, para quem não sabia que podia comprar a volta e economizar porque o italiano da bilheteria não te disse nada, provavelmente para te sacanear vendo que você é turista e não compreende niente do negócio. Quem leu aqui já tá sabendo.

Não se deixe enganar. Há duas empresas que fazem a travessia Reggio Calabria-Sicilia, a que pegamos foi a “Caronte & Tourist”, a balsa da outra empresa parece ser um pouco menor. Atenção para as travessias aos sábados e domingos: nestes dias a cidade está quase deserta e não há “ferries” a todo momento. Informe-se sobre os horários.

Quando chegar a ilha dê uma boa olhada em Catania, principalmente no delicioso Hotel All Seasons, com sua praticidade e elegância, além de Palermo e claro, não deixe de venerar o vulcão Etna que, ao contrário do Vesúvio, não cobra nada para subir e você pode ir de carro até o topo. O vulcão Etna é um dos mais ativos do mundo e no ano passado (2011) estava bem ativo. Subimos tranquilamente de carro e pudemos nos divertir na neve com vários turistas. A vista é lindíssima e é tudo muito organizado e bacana para levar os pequenos. O único problema é que a subida que leva cerca de 30 minutos e como a estrada é sinuosa, costuma enjoar um pouco.

Enfim é a linda Sicília, banhada pelo mar Mediterrâneo. Vale a pena ficar mais de três dias e conhecê-la muito bem.

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